
Muitas pessoas me perguntam porque fiz a decisão de me tratar na Índia. Fazer esta escolha não foi uma tarefa fácil, já que o pensamento e costumes da sociedade têm um peso grande nas nossas escolhas.
Mas diante da situação, um diagnóstico que para os médicos ocidentais não haveria muito o que fazer, já que eles desconhecem uma cura e um tratamento realmente eficaz, resolvi ir em busca de uma medicina milenar que cuida do ser humano como um todo.
Além disto, já estava cansada dos constantes erros e tropeços da medicina. Exames errados, clínicas de diagnóstico, consideradas de alto padrão, com atendimentos péssimos, funcionários mal preparados e médicos extremamente insensíveis e inseguros.
E ainda, não aceitava a afirmação dos médicos, que insistiam e ainda insistem em dizer que estava com uma doença incurável. Mas como? Doença incurável? Como podem afirmar isto, se nem mesmo eles, sabem como a doença surge e como se manifesta? Como podem dizer que não ficaria curada, sem nem mesmo eles têm certeza de nada?
Quem disse que os remédios e terapias por eles indicados é a melhor opção, já que são baseadas em esperanças e não em relatos de definitiva melhora? Ou melhor são indicados, pelo que vejo, apenas para diminuir os efeitos e sintomas da doença e não o que gera ela. Portanto, não estava disposta a ser “cobaia” de ninguém, já que não concordava com as afirmações e comentários.
Enquanto isso, um médico indiano, do sul da Índia, afirmava categoricamente que podia ir para lá, que ficaria bem desde que seguisse todas as orientações durante a internação e após o retorno ao Brasil. E assim em Maio de 2006 fui rumo a Índia, buscar de volta minha saúde, mas acabei encontrando muito mais do que isto, encontrei um caminho para atingir minha essência e tornar a minha vida e daqueles ao meu redor muito melhor.
Mas diante da situação, um diagnóstico que para os médicos ocidentais não haveria muito o que fazer, já que eles desconhecem uma cura e um tratamento realmente eficaz, resolvi ir em busca de uma medicina milenar que cuida do ser humano como um todo.
Além disto, já estava cansada dos constantes erros e tropeços da medicina. Exames errados, clínicas de diagnóstico, consideradas de alto padrão, com atendimentos péssimos, funcionários mal preparados e médicos extremamente insensíveis e inseguros.
E ainda, não aceitava a afirmação dos médicos, que insistiam e ainda insistem em dizer que estava com uma doença incurável. Mas como? Doença incurável? Como podem afirmar isto, se nem mesmo eles, sabem como a doença surge e como se manifesta? Como podem dizer que não ficaria curada, sem nem mesmo eles têm certeza de nada?
Quem disse que os remédios e terapias por eles indicados é a melhor opção, já que são baseadas em esperanças e não em relatos de definitiva melhora? Ou melhor são indicados, pelo que vejo, apenas para diminuir os efeitos e sintomas da doença e não o que gera ela. Portanto, não estava disposta a ser “cobaia” de ninguém, já que não concordava com as afirmações e comentários.
Enquanto isso, um médico indiano, do sul da Índia, afirmava categoricamente que podia ir para lá, que ficaria bem desde que seguisse todas as orientações durante a internação e após o retorno ao Brasil. E assim em Maio de 2006 fui rumo a Índia, buscar de volta minha saúde, mas acabei encontrando muito mais do que isto, encontrei um caminho para atingir minha essência e tornar a minha vida e daqueles ao meu redor muito melhor.




Em abril de 2006 tive um diagnóstico de desmielinização do sistema nervoso (esclerose múltipla), pois estava com perda de visão no campo visual de ambos os olhos, fotofobia, dificuldades de locomoção nas pernas, insensibilidades, perda de reflexo, tremores, formigamentos e outros sintomas.